PRÉMIO MARIA DAS NEVES REBELO DE SOUSA

A votação online decorreu de 13 março a 16 de abril (inclusive).
A escolha da candidatura vencedora compreendeu quatro etapas, tendo cada uma a ponderação de 25%.
Nesse processo, cada ID (endereço de email) só pode votar uma vez. Assim:
  1. Escolha dos “sócios empresas” e “sócios solidários” – através do site (cada sócio entra no seu login e vota);
  2. Escolha dos Membros do Conselho Geral – através do site (cada Membro entra no seu login e vota);
  3. Votação aberta à sociedade civil através do site (só permite um voto por ID);
  4. Votação por todos os presentes no jantar de dia 17 abril (através de um cupão de voto).
Após a votação, foi possível observar o “ponto de situação” da votação, registando a vermelho a sua intenção de voto.
Os “sócios solidários” e “sócios empresa”, assim como as candidatas poderam acompanhar a evolução da votação através do seu login (espaço reservado a associados).
O jantar de entrega do Prémio foi reservado a “sócios empresa” e “sócios solidário”. E aos vinte representantes (um por candidatura) das candidatas ao Prémio.
 Participaram na votação online (sociedade civil) 21.884 pessoas. 
A todos os envovlidos, os nossos parabéns. 


LISTA DE INSCRITOS 
  • 1
    MILLENNIUM BIM Ver Perfil
    Desde 2006, ano em que foi criado o programa de responsabilidade social - Mais Moçambique pra Mim, que o Millennium bim apoia e desenvolve projectos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida das comunidades. A estratégia de actuação passa pelo desenvolvimento de um conjunto de medidas que apostam no capital humano como motor para o desenvolvimento económico-social. neste momento actua nas areas da Saude, Educaçao, Desporto, Desenvolvimento Comunitário e Ambiente.
    FICHEIROS  
    RELATÓRIO BIM MAIS 2018
  • 2
    ASSOCIAÇÃO KUTSACA Ver Perfil
    O projecto Kutsaca é um projecto educativo de capacitação de comunidades. Actua desde 2014 através de um modelo de intervenção comunitária que promove a alfabetização e educação de base às crianças, bem como o empoderamento feminino através do desenvolvimento de competências Pessoais, Sociais, Saúde, Nutrição, Desenvolvimento da primeira infância, Ateliers criativos e Criação de micro-negócios. Acreditamos que um modelo de transformação só é realmente eficiente se promover pontes colaborativas com os diversos actores da economia global, de forma activa e consciente, estimulando o empreendedorismo solidário em detrimento do modelo assistencialista que gera dependência e não reforça a capacitação e empoderamento local. Estamos ao serviço de um mundo mais consciente, colaborativo, justo e digno para todos, através de modelos de educação, formação, experiência e partilha.
    FICHEIROS  
    KUTSACA_2019
  • 3
    PLATAFORMA MAKOBO Ver Perfil
    MAKOBO | A Plataforma Solidária, é um espaço de trabalho colectivo (Plataforma Colaborativa) moçambicano, com a missão de promover e fomentar serviços que visem a promoção do bem-estar social de grupos menos favorecidos, através de acções de responsabilização individual e corporativa que, realizadas de forma continuada, efectiva, planeada e sustentada contribuam para o desenvolvimento social, cultural e económico do País. ✔A Nossa Visão: Ser uma plataforma preferencial de desenvolvimento e gestão sustentada de acções efectivas de apoio a grupos menos favorecidos, no âmbito da implementação de Políticas institucionais de Responsabilidade Social. ✔A Nossa Abordagem Baseada em Cinco pilares fundamentais que sustentam um processo de colaboração efectiva: o Diálogo, a Negociação, a Mutualidade, o Cometimento e a Confiança, elegemos como o nosso principal objectivo o desenvolvimento económico e cultural sustentáveis, através da promoção da equidade social para grupos menos favorecidos, fomentado acções de responsabilização individual e corporativa que, realizadas de forma continuada, efectiva, planeada e sustentada contribuam para o desenvolvimento económico e social de Moçambique.
    FICHEIROS  
    PLATAFORMA MAKOBO_JUNTOS SOMOS MAIS_APRESENTAÇÃO
  • 4
    ASSOCIAÇÃO PROJECTO ESPERANÇA Ver Perfil
    “A semear Esperança em Moçambique há 20 anos!” O Projecto Esperança tem como missão apoiar Crianças/Jovens e Famílias vulneráveis em Moçambique. Olívia Tamele, também conhecida por “Mãe Olívia”, e ainda hoje a mentora do Projecto, iniciou esta causa em 1998 com 3 Crianças, com o objetivo de as apoiar, assim como às suas Famílias detentoras de HIV/SIDA. Rapidamente se multiplicaram para 50. O âmbito de intervenção do Projecto foi-se alargando no sentido de apoiar Crianças vulneráveis oriundas de Famílias problemáticas. Para além da saúde, a educação e os valores passaram também a ser objectivos prioritários desta causa. Hoje as crianças, após ou antes do período escolar, deslocam-se aos centros de apoio para se alimentarem, conviverem, receberem apoio escolar, formação de valores, apoio moral e familiar e também, não menos importante, afectos… O Projecto é constituído por 3 centros de apoio, o Centro Piloto de Marracuene, o Centro de Pussulane e o Centro da Cidade da Beira, que apoiam aproximadamente 300 Crianças entre os 4 e 20 anos. Já muito foi realizado! O Projecto Esperança já tem jovens a estudar na Universidade e muitos a realizar cursos técnicos e as condições de infraestruturas dos Centros melhoraram consideravelmente. Esta causa é sustentada através do apadrinhamento de Crianças, que financia a educação, material escolar, alimentação, vestuário e despesas de saúde da criança. E, também, carinho e amor, tão necessário para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Outras acções específicas envolvem investimento em infraestruturas de modo a permitir o bom funcionamento dos centros de apoio, assim como acções pontuais em actividades relevantes para a formação e desenvolvimento das crianças de Moçambique. Surgiu também recentemente um novo grupo de Moçambicanos e Portugueses com muita vontade de apoiar esta causa, através do apadrinhamento directo de Crianças, participação em eventos de confraternização e angariação de apoios. Dando continuidade ao trabalho já realizado pela associação Padrinhos de Portugal, foi criada recentemente também neste País, a associação Hope4Moza para apoiar o Projecto Esperança Moçambique nas variadas áreas. Poderão também visitar-nos no Facebook: Projecto Esperança Moçambique e em www.projectoesperanca.com.
    FICHEIROS  
    APRESENTAÇÃO PROJECTO ESPERANÇA
  • 5
    MOZAMBIKES Ver Perfil
    A MOZAMBIKES é um projecto social que distribui bicicletas de qualidade, maioritariamente nas zonas rurais e que visa ajudar as pessoas que vivem abaixo da linha da extrema pobreza, a terem acesso a uma bicicleta e assim melhorar a sua qualidade de vida. A MOZAMBIKES tem como objectivo a capacitação de pessoas, em busca de BENEFÍCIOS Sociais, proporcionando assim o CRESCIMENTO nas comunidades. As bicicletas são uma forma de transporte altamente eficiente, que gera um forte impacto na economia do país. As Bicicletas não são apenas um meio de transporte – elas facilitam o acesso a milhões de moçambicanos nas zonas rurais, à saúde, à educação, a água limpa, à agricultura e mesmo a um emprego.
    FICHEIROS  
    MOZAMBIKES_APRESENTAÇÃO 2018
    MOZAMBIQUES NAMPULA
  • 6
    CASA DO GAIATO DE MAPUTO Ver Perfil
    A Casa do Gaiato de Maputo desde há mais de 25 anos tem formado gerações de jovens Moçambicanos que sem ela não teriam um futuro digno. Constituida e gerida sob os princípios do Padre Américo, alberga actualmente mais de 150 rapazes em regime interno, providenciando habitação, alimentação, educação, tudo o que uma Família faria, se estes jovens a tivessem. Acompanha os jovens mesmo enquanto adultos, procurando assegurar-lhes um projecto de Vida com sentido. Apoia ainda mais de 50 jovens na inserção da vida adulta, quer em estudos superiores quer em actividades profissionais. Para além desta actividade ímpar, tem ainda um impacto muito significativo nas comunidades da Massaca e Boane, onde se insere. Proporciona Escola a cerca de 600 crianças, e desenvolve projectos estruturados com a comunidade, muito orientados para as Mulheres. Pela dimensão e qualidade de intervenção social é um projecto exemplar em Moçambique que merece apoio.
    FICHEIROS  
    CURRICULO DA CASA DO GAIATO DE MAPUTO
    FOLHETO 1
    FOLHETO 2
    FOLHETO 3
  • 7
    GIRL MOVE ACADEMY Ver Perfil
    A Girl MOVE é uma Academia de jovens mulheres líderes disruptivas e transformadoras, inovadora nas metodologias, com paixão pelo que faz e pelas causas em que acredita. Trabalha desde 2013 no Norte de Moçambique, com impacto a nível nacional. A Girl MOVE Academy sonha com um mundo onde todas as mulheres têm acesso a oportunidades para serem líderes de referência no desenvolvimento das suas comunidades, do seu país e do mundo. Diferencia-se pela transformação que gera em 3 grupos de jovens e mulheres: 
    • As Girl Movers: alunas do CHANGE que aceitam o desafio de se transformarem, transformando a vida de outras jovens moçambicanas. 
    • As alunas do LEAD, jovens universitárias que com o apoio das Girl Movers, assumem o papel de mentoras, apoiando diretamente perto de 1.000 raparigas entre os 12 e os 15 anos. 
    • As Mwarusis, que encontram na Girl MOVE Academy os espaços seguros necessários para se manterem na escola e sonharem com um futuro melhor.
    FICHEIROS  
    RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2018
    RELATÓRIO ESTÁGIOS DE VIDA 2018
    BROCHURA GIRL MOVE
  • 8
    SALINA DE BATANHE - MISSIONÁRIOS DA CONSOLATA Ver Perfil

    A Salina de Batanhe é uma empresa de carácter social detida pelos missionários da Consolata em Moçambique.

    A origem do seu sal é improvável. Advém do oceano e da viagem que daqui se empreende. Criada em Moçambique há 50 anos, pelo Padre Amadeu, no extremo norte da província de Inhambane, esta salina dos Missionários da Consolata nasceu da necessidade de criar recursos, numa zona isolada e de clima adverso, sujeita a secas cíclicas que impediam colheitas regulares, e que assim ditavam anos de fome às populações de Nova Mambone.

    Hoje, depois de sobreviver, quer aos anos da guerra, quer a desastres naturais, a Salina de Batanhe reinventou-se. Emprega cerca de 90 trabalhadores, 30 permanentes e 60 ocasionais. Gerando riqueza local para a população desta zona tão vulnerável de moçambique.

    Os rendimentos da salina proporcionam assistência médica e aulas de alfabetização aos trabalhadores, e permite também a promoção do ensino pré-escolar ao financiar uma escolinha para a população onde não existe nenhuma estrutura deste tipo num raio de cerca de 100 kms.



    A salina de Batanhe

    Procura gerar riqueza a partir de Moçambique e para Moçambique.

    Procura ampliar a sua área de exploração e aumentar a capacidade extrativa.

    Procura evidenciar a qualidade do seu sal e flor de sal, nacional e internacionalmente para poder expandir o seu negócio e poder distribuir riqueza e apoios em Moçambique.



    O seu esforço em inovar e melhorar já lhe valeu dois prémios, na área da inclusão e do agro-negócio em 2017 e o prémio Agro empreendedor em 2018.



    Pretende adquirir visibilidade e parceiros para ensaiar os primeiros passos para a exportação fora do continente africano.

    FICHEIROS  
    APRESENTAÇÃO SALINA
    FLYER_FLORSAL
    FLYER_SALINA
  • 9
    BANCO COMERCIAL E DE INVESTIMENTOS, SA Ver Perfil
    O BCI interpreta a sua Responsabilidade Social como um conjunto de deveres e obrigações da Instituição em relação à Comunidade em que está integrado e aos grupos de interesses específicos que dependem da sua actividade: os Clientes, os Accionistas, os Colaboradores e os Parceiros. A importância que o Banco atribuiu à dimensão social do seu papel, mais do que um chavão, é um compromisso que está publicamente assumido e plasmado na sua Missão e Visão. No exercício da Responsabilidade Social, o BCI tem a preocupação de desenvolver iniciativas alinhadas com as necessidades mais relevantes do País e das comunidades, em articulação com as Autoridades, Clientes e Parceiros. A criação de uma rede de Mediatecas é um grande orgulho para o BCI, um caso de enorme sucesso bem visível quando se olha para o público que a elas aflui. Este sucesso deve-se à qualidade do espólio documental que disponibilizam, sobretudo técnico, mas também pelos serviços que colocam à disposição dos seus utentes. O conceito de Mediateca baseia-se na disponibilização ao público de bibliotecas informatizadas e multimédia que têm por objectivo fundamental oferecer uma vasta gama de serviços e suportes de informação técnica e geral. A Mediateca é composta por: um espaço de leitura geral, que dispõe de livros, jornais e revistas de informação geral, em português e inglês, e espaço audiovisual onde poderão ser consultados cd-rom’s e filmes didácticos; espaço com informação técnica especializada nas áreas de finanças e Sistema Financeiro, Gestão, Economia, Direito, Informática, Estatísticas e Obras de Referência; espaço para consulta de bases de dados externas e acesso à internet. Actualmente, a rede de Mediatecas do BCI conta com quatro polos: uma na região sul, na cidade de Maputo que funciona no antigo edifício-sede, tendo sido inaugurada em 1997; uma na região centro, na cidade da Beira, em funcionamento na agência Beira-Scala, inaugurada em 2002; uma na região norte, na cidade de Nampula, aberta em Outubro de 2013; e outra mais recente, inaugurada em Setembro de 2018, na Ilha de Moçambique. Os indicadores de actividade da Rede de Mediatecas não deixam dúvidas do impacto que as mesmas suscitam nas comunidades: até Dezembro de 2018, a nossa rede de Mediatecas recebeu cerca de 1.180.000 mil pessoas. A disponibilização da Rede de Mediatecas vem responder a uma das linhas de acção prioritárias definidas pelas autoridades no contexto do processo de desenvolvimento de Moçambique. Com efeito, o acesso a ferramentas que asseguram uma Educação e Formação Profissional de qualidade; a disponibilização de oportunidades educacionais com equidade, em diversas geografias do País e a possibilidade de expandir o uso das novas tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino e aprendizagem são algumas das vantagens que o BCI, através da Rede de Mediatecas, se orgulha de proporcionar às comunidades.
    FICHEIROS  
    APRESENTAÇÃO BCI
  • 10
    UM PEQUENO GESTO UMA GRANDE AJUDA Ver Perfil
    A Um Pequeno Gesto Uma Grande Ajuda (“UPG”) é uma ONGD Portuguesa com quase 15 anos e muitos Pequenos Gestos na província empobrecida de Gaza, em Moçambique. A nossa missão é a promoção da melhoria das condições de vida de crianças desfavorecidas e suas famílias, em Moçambique. Acreditamos que o acesso à educação e nutrição, num ambiente saudável e digno, permite aos jovens e crianças Moçambicanos quebrar o ciclo de pobreza. O nosso programa de Apadrinhamento individual de crianças vulneráveis é complementado pela nossa intervenção com Projetos de Apoio à Pobreza (Centro HIV), Infraestruturas (Palhotas, Latrinas e Furos de água), Educação (Pré-Escolar, Alfabetização, Alimentação Escolar, Apoio Pós-Escolar e Universitária) e Sustentabilidade (Cursos Técnicos e Geração Rendimento). Em 2011 fundámos a A Little Gesture UK para complementar os fundos da UPG Portugal e alcançar ainda mais beneficiários em Moçambique. Temos uma politica de custos estrita, com forte apoio de trabalho voluntário, para maximizar os fundos aplicados no terreno – o objetivo da UPG é aplicar 90c POR CADA EURO DOADO diretamente nos nossos programas de intervenção em Moçambique. Em 2018, o Apadrinhamento UPG/ALG ofereceu a 896 crianças carenciadas, frequentemente órfãs, uma oportunidade de acesso à escola, uma cesta básica e ao carinho de padrinhos/madrinhas de língua portuguesa. Com os Projectos UPG/ALG c. 1´619 crianças beneficiaram de programas de alivio à pobreza, infraestruturas, educação e sustentabilidade. Desde o nosso lançamento a UPG/ALG aplicou mais de dois milhões de euros no terreno em apoio direto, local e diário. Em 2018 angariámos c.€300 mil em fundos e em 2019 queremos crescer ainda mais! A nossa proposta ao CCPM estará focada no maior projecto individual da UPG: Alimentação Escolar em SLM. Este projecto alimenta diariamente 908 Crianças e Jovens carenciados dos 6 aos 18 anos em idade escolar, com incidência nacional de VIH/SIDA de 27%.. As refeições gratuitas sao servidas na escola de Santa Luisa Marillac, na Comunidade de Manjangue, Chókwè. Os objetivos do programa são proporcionar uma vida mais digna e equitativa a crianças desfavorecidas ao incentivar a assiduidade escolar e a qualidade da educação com a garantia de uma refeição diária; em paralelo assegurar a nutrição diária infantil adequada em famílias desfavorecidas e a mitigação da desigualdade de género em que meninas faltam à escola para cozinhar para irmãos em casa. Com um orçamento de €34´550 em 2019, este projecto permite que com apenas €3 mensais um jovem vá a escola um ano inteiro e construa os passos para quebrar a pobreza inter-generacional nesta região rural e carenciada de Mocambique.
    FICHEIROS  
    SLM ALIMENTAÇÃO ESCOLAR 2019
    PRÉMIO MARIA DAS NEVES REBELO DE SOUSA - PROPOSTA UPG 2019
  • 11
    G.A.S.PORTO - GRUPO DE AÇÃO SOCIAL DO PORTO Ver Perfil
    O G.A.S.Porto desenvolve atividades na vila da Macia que procuram dar resposta às necessidades identificadas através em colaboração com os órgãos governamentais, provinciais e distritais. Desde 2007, têm vindo a ser desenvolvidos Programas de Cooperação para o Desenvolvimento, nas áreas da Saúde, Educação e Ação Social, através de uma metodologia de trabalho que se caracteriza pela horizontalidade e proximidade das interações sociais. O Programa Pfuka U Famba funciona num Centro de Reabilitação Nutricional e a sua atuação, assegurada por uma profissional local, tem por base o fornecimento diário de alimentação (leite em pó, papas enriquecidas e sopas) a aproximadamente 20 crianças subnutridas, garantindo este apoio até à recuperação do seu estado nutricional. Para além do suprimento da necessidade imediata, o G.A.S.Porto centra a sua intervenção na importância da formação e capacitação apropriadas dos cuidadores, por forma a evitar que aquela criança ou outras da mesma família regressem ao centro. No futuro, pretende-se estender a atuação do Centro a zonas mais remotas do Distrito com o funcionamento de uma Clínica Móvel. O Centro de Educação e Desenvolvimento Infantil Kukula pretende complementar a educação das crianças da Vila da Macia, com recurso a dois profissionais locais para o apoio ao estudo. No Centro são promovidas metodologias de aprendizagem e atividades lúdico-pedagógicas que estimulam a aprendizagem da Matemática, das Ciências e do Português. O Programa funciona em quatro diferentes centros, localizados em 4 diferentes escolas e acompanha cerca de 160 crianças da 2ª à 5ª classes, trabalhando em colaboração direta com os professores. No futuro, pretende-se que todas as escolas da Vila tenham um centro de estudos. O Programa “Crescer de Mãos Dadas” consiste num apadrinhamento à distância de crianças órfãs e vulneráveis da vila da Macia. O Programa apoia atualmente 89 crianças promovendo o seu desenvolvimento integral e garantindo-lhes o acesso à educação, à saúde e a bens primários, entre outras coisas, através da doação de um kit mensal básico, de um kit anual escolar, do acompanhamento escolar, de avaliação-ação médica, da reabilitação de casas, da promoção de visitas com caráter socioeducativo, de contatos diversos entre padrinho e afilhado e da formação aos profissionais locais. Pretende-se que todas as crianças e jovens tenham acesso a condições que lhes permitam a oportunidade de ingressar no ensino superior, médio ou técnico-profissional.
    FICHEIROS  
    G.A.S. PORTO - RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS 2017
    G.A.S.PORTO - PLANO 2016 E 2017
    G.A.S.PORTO PRORROGAÇÃO MINEC
  • 12
    NILZA OLIVEIRA - INDIVIDUALIDADE - Ver Perfil
    D. Nilza Olveira - Mãe de Moçambique - DE OPERÁRIA A ASSISTENTE SOCIAL A portuguesa Nilza Oliveira reside há mais de 50 anos no Chimoio, no interior de Moçambique. Vive para tirar meninas da rua, apoiar doentes de HIV-SIDA e idosos! Deu formação, deu assistência escolar, de saúde e alimentar. Construiu escolinhas para as crianças, Escola de Artes e ofícios para os jovens e um lar para os idosos. Como diz um amigo, "uma santa em vida". Venham conhecer a história dela!!!


    FICHEIROS  
    CONHECER NILZA OLIVEIRA
    D. NILSA EM ALGUMAS FOTOS
    D.NILSA (MÃE ÁFRICA)
  • 13
    ASSOCIAÇÃO MOÇAMBICANA DAS MULHERES DE CARREIRS JURÍDICA Ver Perfil
    A AMMCJ é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, de carácter técnico-profissional e cultural, dotada de personalidade jurídica, administrativa, financeira e patrimonial e que congrega no seu seio, mulheres de Carreira Jurídica. A AMMCJ, inspira-se nos princípios consagrados na Constituição da República de Moçambique, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos reafirmados na Convenção Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher-CEDAW e demais instrumentos internacionais. Desde o princípio da sua criação em 1995, para além de prestar assistência jurídica gratuita para população de baixos rendimentos, a AMMCJ desenvolveu um importante papel a nível nacional contribuindo na elaboração de propostas para a alteração do quadro legal discriminatório contra a mulher e aprovação de novas leis mais coerentes com os princípios e direitos humanos fundamentais, nomeadamente: Lei de Família (2004), Lei de Protecção de Menores e de Tráfico de Pessoas (2008) e Lei contra a Violência Doméstica (2009).
  • 14
    EU, TU E A DEPRESSÃO Ver Perfil
    ETEAD é um movimento que atua na área da saúde mental e visa conscientizar a sociedade moçambicana sobre a importância da área referida. Criado em 2016 por uma jovem de 22 anos, Palloma Matusse, após uma crise profunda de depressão, este movimento vem desde sua criação, ajudando centenas de jovens (adultos e adolescentes também, mas principalmente jovens) moçambicanos a lidarem com distúrbios que afectem negativamente sua saúde mental).
    Fazemos isto através de “posts” educativos nas redes sociais, nos meios de comunicação convencionais, através de palestras em escolas (primárias, secundárias) e em universidades, workshops e eventos de caráter holistico — tudo na tentativa de ensinar aos moçambicanos como lidar com distúrbios que impeçam o funcionamento saudável e tranquilo de suas saúde mentes e do seu estado emocional. Para além da parte educativa, também funcionamos como suporte emocional para todos que precisarem falar e principalmente para os que estão à beira de um suicídio e precisam de apoio emocional. A fase final do nosso “apoio emocional” é convencer os moçambicanos que nos procuram a optar por ajuda profissional.
    Neste momento, o ETEAD trabalha, fisicamente, apenas em Maputo, e virtualmente com moçambicanos em todas partes do mundo, inclusive Portugal. Gostávamos, entretanto, de estender os nossos workshops e palestras para outras cidades e provicias moçambicanas pois estamos cientes que os cidadãos residentes nestas estão muito menos propensos à ajuda na área, comparados aos que vivem em Maputo.
    O ETEAD pretende aí criar a sua própria rede de psicólogos e psiquiatras e poder prestar apoio às pessoas que mais necessitem e que sejam também as menos afortunadas, pois constamos durante estes dois anos de trabalho, que as pessoas continuam a sofrer pois terapia com um psicólogo que se preze naquele país, é extremamente dispendioso.

    Somos um grupo de jovens sonhadores e corajosos, e acreditamos que com a dose certa de apoio e auto-motivação, seremos capazes de ajudar muito mais que as centenas de pessoas que ajudamos actualmente
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    EU, TU E A DEPRESSAO - II
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  • 15
    HELPO Ver Perfil
    A Helpo trabalha desde 2008, junto de e com comunidades escolares concentradas em meio rural nas províncias de Nampula e Cabo Delgado, em Moçambique, com o objetivo de criar condições para o aumento do número de crianças na escola, durante mais tempo e ao longo de um maior número de anos, de forma a completarem mais ciclos escolares. Para o fazer, a Helpo concentra as suas intervenções nas instituições que ensino que ajuda a implementar, capacitar, melhorar e/ou gerir, desde o ensino pré-escolar às escolas secundárias, em estreita parceria com as lideranças comunitárias, corpos docentes das escolas e direções provinciais da criança, género e ação social e da educação e desenvolvimento humano. Em Moçambique implementamos projetos educativos em 85 focos de intervenção, abrangendo as nossas atividades no país, um total de 50.522 beneficiários. O programa de apoio integral à criança e jovem em ambiente escolar compreende a oferta de serviços (formação comunitária, alimentação escolar, rastreios nutricionais encaminhamento para tratamento e informação sobre boas práticas, formação complementar a profissionais de educação); a melhoria de condições estruturais em que decorre o ensino (construção de edifícios escolares, equipamento de salas, sistemas de acesso à água, construção e apetrechamento de bibliotecas); a intervenção de emergência (apoio à reconstrução de estruturas pós-catástrofe, disponibilização de fundo de emergência a famílias afetadas, distribuição alimentar em casos de escassez extrema e apoio à persecução de ciclos escolares de jovens residentes em zona de conflito); e a disponibilização de bolsas de estudo e de mérito a estudantes do ensino secundário e superior (991 em 2018). Em Moçambique a Helpo desenvolve as suas atividades com o financiamento de 3.291 doadores particulares, embaixadas representadas no país, empresas privadas parceiras, fundações e cooperação portuguesa.

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    RELATÓRIO DE GESTÃO 2017
    HELPO - RELATÓRIO
    DADOS RÁPIDOS 2008-2018
  • 16
    WOMENEMPOWER Ver Perfil
    O WomenEmpower é uma associação que tem como foco o empoderamento e valorização da mulher, o despertar do sentimento de autoconfiança, apoio mútuo e segurança pessoal, por meio de um grupo de apoio, capacitações, debates e palestras de consciencialização.
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    WE-RESUMO DO PROJECTO
    COMENTÁRIOS SOBRE A WE
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  • 17
    ASSOCIAÇÃO NHAPUPWE Ver Perfil
    Breve descrição Nhapupwé é uma Associação sem fins lucrativos na cidade de Inhambane que gere uma Jardim de Infância Pré-escolar e uma Escola integrativa com crianças de diferentes antecedentes socio-económicos e culturais. O nosso conceito pedagógico: junta os conhecimentos científicos actuais e elementos da cultura moçambicana resultando numa pedagogia de qualidade usando material didáctico elaborado na base de recursos locais acessíveis. Este material elaborado é inovado pela equipa de educadores e professores da Nhapupwe. Divulgações e cooperações: o trabalho da Nhapupwe é partilhado com outras instituições do governo e não governamentais através das capacitações de curto e de longo prazo, demostrações praticas da s actividades educativas, Manuais e guiões que apoiam para boa qualidade de ensino, assessoria das escolas e escolinhas locais, dá estímulos ao governo da melhoria de qualidade de ensino através de capacitação de técnicos, participação na elaboração de Curriculo nacional.. . Conceito solidário: A Nhapupwe da uma possibilidade de. participação paralela nas actividades da pré-escola e da Escola a todas crianças independentemente da sua situação económica. A nossa convicção: É de que a diversidade enriquece! A mensalidade geral é de 3000mt e é repartido por igual entre as famílias particpantes: sendo 13 para famílias desfavorecidas e menos desfavorecidas, 13 para famílias de extracto social médio e 13 para famílias de médio-alto/ Alto ( estes últimos sabem que ao contribuir com o valor geral ou mais apoiam também as despesas das crianças cuja a situação económica não permite a contribuição de nenhum valor.
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    APRESENTAÇÃO GERAL NHAPUPWE INHAMABENE
  • 18
    ASSOCIAÇÃO CAPULANA Ver Perfil
    De um obrigado a uma escola; de uma escola a uma aldeia; de uma aldeia à Associação Capulana

    A Associação Capulana nasce de um obrigado.
    Um casal de portugueses viveu a sua infância e juventude em Lourenço Marques, actual cidade de Maputo.
    Por tudo o que lá viveram e por tudo o que desta terra receberam, desde cedo, sentiram uma enorme dívida de gratidão para com aquele país e para com aquele povo.
    Nasce, desta forma, o sonho de agradecer a Moçambique. O sonho de criar oportunidades através da educação e formação, e de promover a inclusão de crianças e jovens que vivem em Aldeias isoladas de Moçambique.

    De uma escola ao nascimento de uma aldeia
    Em 2000, iniciam-se as obras para a construção da escola e de um centro de saúde, sendo também construídas infraestruturas necessárias para oferecer condições de vida aos seus trabalhadores, nomeadamente quatro casas para professores, duas casas para enfermeiros e mais tarde um refeitório e campos desportivos.
    Pouco a pouco, a população que vivia dispersa num raio de 4kms foi-se reunindo, aproximando as suas casas do lugar onde acabara de surgir a Escola e o Centro de Saúde.

    Aldeia de Ndivinduane
    Em 2003 aquando da inauguração da Escola e do Centro de Saúde, já se reuniam em torno destas infraestruturas cerca de 400 crianças e respectivas famílias.
    Assim, em três anos, como fruto desta iniciativa de apoiar a educação e saúde naquela região, nasce uma aldeia: a Aldeia de Ndivinduane.
    Desde o primeiro dia de aulas, de modo a garantir a assiduidade dos alunos, promover a boa nutrição e contribuir para um melhor aproveitamento, é fornecida uma refeição diária a todas as crianças da escola, da 1ª à 7ª classe. Ao longo dos tempos foi-se verificando que cerca de 100 crianças, entre os 2 e os 5 anos de idade, acompanhavam os irmãos mais velhos até à escola, e, por baixo de uma árvore, esperavam a manhã toda até chegar a hora da refeição, para poderem também almoçar.
    Perante esta realidade, estava traçado o próximo objectivo: construir um berçário e uma creche, que acolhesse e acompanhasse essas crianças e onde fosse possível terem duas refeições diárias, pequeno-almoço e almoço, para o que também se construiu uma nova cozinha e um refeitório.
    Como algumas crianças demoravam mais de 1 hora a caminhar até à escola, foi construído um albergue, onde estas pudessem viver durante a semana, sendo acompanhadas pelos educadores da creche e recebendo três refeições diárias.
    Foram ainda acrescentadas infraestruturas básicas destinadas a melhorar as condições de vida da Aldeia, como depósitos de água e instalações sanitárias.

    De uma Aldeia a uma Associação
    Decorridos 13 anos, para assegurar a continuidade desta obra, a 3 de Outubro de 2013 nasce a Associação Capulana – Associação Humanitária para a Educação e Desenvolvimento.

    • Nos primeiros anos de trabalho com a comunidade, conseguimos acabar com a subnutrição infantil.
    • Com o nosso trabalho junto dos professores e da Comunidade temos conseguido criar uma consciência da importância da Escola na vida das crianças e jovens, resultando numa taxa de quase 100% de frequência escolar. 
    • Nestes anos, garantimos dezenas de bolsas do Ensino Secundário e do Ensino Superior em Moçambique. Desde o ano 2017, garantimos uma bolsa do Ensino Superior em Portugal a um jovem Moçambicano.
    • Enviamos anualmente um contentor com material escolar, roupas e outros bens de grande necessidade para Moçambique, com o apoio de vários amigos e parceiros.
    • Implementação de projectos que permitem a sustentabilidade de uma Comunidade mais desenvolvida e inclusiva em termos socioeconómicos;
    • Fomentamos a cooperação entre Moçambique e Portugal promovendo a deslocação a Portugal de professores para trocas de conhecimento, promovendo uma Educação de Qualidade.

    E tal como uma capulana faz parte da Vida do Povo de Moçambique também a Associação pretende continuar todos os dias fazendo parte do desenvolvimento da Comunidade da Aldeia de Ndivinduane.
    FICHEIROS  
    HISTÓRIA DA ORGANIZAÇÃO E SUA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO
    APRESENTAÇÃO ASSOCIAÇÃO CAPULANA
    CARTA_DISTRITO_NAMAACHA
  • 19
    OLÁ VIDA Ver Perfil
    Olá Vida, é um movimento sem fins lucrativos, que trabalha na promoção de actividades para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com cancro, bem como, na divulgação de informação sobre a doença e por uma comunidade activa na luta contra o cancro.

    Fundando em 2017, o movimento é composto por jovens activistas multidisciplinares, com objectivo principal de motivar os portadores da doença a lutar pela vida. A nossa vontade de crescer faz com que nos desafiemos com entusiasmo e determinação a cada projecto a que nos propomos.

    Missão
    Melhorar a qualidade de vida dos pacientes oncológicos e contribuir para que a sociedade moçambicana esteja melhor informada e activa no combate ao cancro.

    Valores
    Os nossos valores são a Solidariedade, Respeito e a Promoção de atitudes positivas.

    Manifesto
    Acreditamos que se unirmos forças e partilharmos conhecimento poderemos contribuir para uma sociedade melhor e mais consciente. Por isso, nos comprometemos em promover a interação entre pacientes, corpo clínico e todos aqueles que se identifiquem com a causa.

    Actividades do Olá Vida


    Visitas: com vista a dar algum conforto aos doentes oncológicos periodicamente ecfetuamos visitas a enfermaria oncológica do Hospital Central de Maputo (HCM) e prestamos assistência dentro das nossas possibilidades.

    Clube de leitura: O nosso clube leitura é realizado na Pediatria do HCM. Durante cerca de duas horas promovemos a leitura, pintamos, contamos histórias e brincamos com as crianças internadas.

    Palestras e debates: com vista a promover maior participação da sociedade na causa, promovemos encontros onde são discutidos temas relacionados ao cancro. Também, produzimos palestras como forma de consciencializar a sociedade e levar informação a lugares com pouco acesso.

    Produção de conteúdos: porque acreditamos que a informação é crucial para o sucesso da nossa luta, produzimos conteúdos úteis e de fácil percepção e divulgamos através de plataformas online e mídias tradicionais.   
    FICHEIROS  
    FOTO1
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    FOTO4
  • 20
    KANIMAMBO Ver Perfil
    A Kanimambo - Associação de Apoio ao Albinismo promove e apoia a plena integração das Pessoas com Albinismo (PCA) nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), com especial enfoque em Moçambique. A Kanimambo acredita num trabalho directo e continuado de sensibilização com as populações em Moçambique. Trata-se de um pilar fundamental no combate da exclusão das Pessoas com Albinismo, que ao serem vítimas de situações de rejeição, vivem amedrontadas pela falta de segurança, motivada por mitos e crenças erróneas que estão na origem a ataques à sua integridade física, psicológica e emocional. Tem estado a trabalhar com o ministério da educação moçambicano no sentido de incluir um módulo sobre albinismo no currículo dos institutos de formação profissional de professores. Os protocolos estão a ser analisados de forma a entrarem em vigor em breve.
    FICHEIROS  
    APRESENTAÇÃO KANIMAMBO
    APROVAÇÃO DA FORMAÇÃO DE MARÇO
    PEDIDO AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINEDH
    SALAS PARA 60/70 ALUNOS QUE FUNCIONAM EM 3 TURNOS CONSECUTIVOS
    ENTREGA DOS 20 DOS CERTIFICADOS DE FORMAÇÃO
    UMA DAS DINÂMICAS DAS FORMAÇÕES
    BRINCAR É SEMPRE BOM, NÃO É IMPORTANTE A CONDIÇÃO GENEGENÉTICA
    DERMATOLOGISTAS PORTUGUESES A SALVAR VIDAS EM MOÇAMBIQUE.
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Prémio
Maria das Neves Rebelo de Sousa

Regulamento


Considerando o contributo que Maria das Neves Rebelo de Sousa, uma das primeiras Assistentes Sociais de Portugal, ao longo da sua vida deu a causas de natureza humanitária e social, particularmente em Moçambique de 1967 a 1970, deixando na memória de muitas entidades e populações a indelével marca da sua personalidade e sentido de dádiva ao próximo, entendemos Honrar o seu legado através do reconhecimento do mérito e da solidariedade com um prémio anual.

INTRODUÇÃO

A Câmara de Comércio Portugal Moçambique (CCPM) tem, como principal objetivo, a construção de uma sociedade inclusiva, capaz de valorizar as relações sociais, académicas e económicas entre as comunidades dos dois países.
O Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa, a atribuir anualmente, com início no ano de 2019, tem como finalidade reconhecer individualidades ou organizações que, pela sua relevância e pelo trabalho desenvolvido, se tenham distinguido na área da Responsabilidade Social em Moçambique.

PRIMEIRO
Objetivo


O objetivo do Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa é distinguir individualidades ou organizações que tenham contribuído de forma decisiva e com particular impacto na sociedade moçambicana quer através de uma abordagem teórica (designadamente, com a introdução de novos conceitos, de novas metodologias ou da contribuição para a modificação de mentalidades), quer por via de uma abordagem prática (designadamente, de modalidades de apoio direto).

SEGUNDO
Prazo


O Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa é atribuído anualmente.

TERCEIRO
Valor

O Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa tem um valor simbólico de €7.500 (sete mil e quinhentos euros), suportado pela Câmara de Comércio Portugal Moçambique.

QUARTO
Processo de Decisão


1. A coordenação e acompanhamento de atribuição do Prémio é da responsabilidade do Conselho Geral da CCPM, composto por personalidades de reconhecido mérito, com o seguinte modelo;
2. O Conselho Geral identifica, deliberando por maioria simples dos seus membros, até seis propostas finalistas. O processo de voto tem quatro etapas, com a ponderação de 25% cada. Assim;
a. O Conselho Geral vota, de modo secreto, por envelope fechado, as propostas finalistas;
b. Os sócios empresas e sócios solidários, com as quotas em dia, da CCPM, votam de modo digital nas propostas entre 12 de março a 12 de abril;
c. É promovida uma votação online das (até) seis propostas finalistas, entre 12 de março a 12 de abril, sendo assegurado que cada ID só pode realizar uma votação. Os responsáveis pelas propostas devem assegurar o modelo e a informação a disponibilizar pela plataforma.
d. As pessoas presentes no jantar de Gala, para atribuição e entrega do prémio, têm acesso à votação, também secreta, numa tombola em acrílico transparente, colocada para o efeito na sala.
3. Serão convidados para a cerimónia de entrega de prémios um representante de cada proposta finalista em concurso.
4. A decisão de atribuição do prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa não é passível de recurso.

QUINTO
Critérios de avaliação


No processo de avaliação das candidaturas são considerados, como critérios fundamentais, a prossecução dos objetivos que presidiram à instituição do Prémio, bem como o impacto, a originalidade e o caráter inovador da contribuição dos candidatos para o ideal de uma sociedade inclusiva.

SEXTO
Candidaturas


1. As candidaturas, devidamente fundamentadas, devem ser submetidas exclusivamente online, no mês de fevereiro de cada ano, em www.ccpm.pt, de acordo com as instruções aí referidas.
2. Os documentos a incluir na candidatura deverão evidenciar os resultados e os impactos das atividades desenvolvidas pelo candidato. 

3. Para apoio à inscrição queiram enviar o seu logotipo.
4. Como suporte à informação de apreciação da candidatura, podem enviar até cinco ficheiros, em pdf, com o máximo de 10 mb cada. Para os videos poderão enviar o link do video (youtube ou vimeo) ou código para incorporar.
5. Os documentos podem ser alterados até ao dia 28 de Fevereiro, através de solicitação a ricardo.rodrigues@ccpm.pt.
6. Para além dos documentos submetidos com a candidatura, o júri pode solicitar esclarecimentos adicionais sobre o trabalho desenvolvido pelos candidatos.
7. O Conselho Geral da CCPM, no dia 10 de março, identificará os (até seis) projetos a votação.
8. Os Prémios serão entregues em local a definir, sendo que a cerimónia deverá decorrer no dia 17 de abril (data de nascimento de Baltazar Rebelo de Sousa).

SÉTIMO
Elegibilidade


São elegíveis as candidaturas de quaisquer pessoas singulares ou coletivas, independentemente da sua nacionalidade, que se tenham distinguido, em Moçambique, na defesa e na promoção do ideal de uma sociedade inclusiva.

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