PERFIL

PERFIL
  • ASSOCIAÇÃO CAPULANA
  • DESCRIÇÃO SUMÁRIA
    De um obrigado a uma escola; de uma escola a uma aldeia; de uma aldeia à Associação Capulana

    A Associação Capulana nasce de um obrigado.
    Um casal de portugueses viveu a sua infância e juventude em Lourenço Marques, actual cidade de Maputo.
    Por tudo o que lá viveram e por tudo o que desta terra receberam, desde cedo, sentiram uma enorme dívida de gratidão para com aquele país e para com aquele povo.
    Nasce, desta forma, o sonho de agradecer a Moçambique. O sonho de criar oportunidades através da educação e formação, e de promover a inclusão de crianças e jovens que vivem em Aldeias isoladas de Moçambique.

    De uma escola ao nascimento de uma aldeia
    Em 2000, iniciam-se as obras para a construção da escola e de um centro de saúde, sendo também construídas infraestruturas necessárias para oferecer condições de vida aos seus trabalhadores, nomeadamente quatro casas para professores, duas casas para enfermeiros e mais tarde um refeitório e campos desportivos.
    Pouco a pouco, a população que vivia dispersa num raio de 4kms foi-se reunindo, aproximando as suas casas do lugar onde acabara de surgir a Escola e o Centro de Saúde.

    Aldeia de Ndivinduane
    Em 2003 aquando da inauguração da Escola e do Centro de Saúde, já se reuniam em torno destas infraestruturas cerca de 400 crianças e respectivas famílias.
    Assim, em três anos, como fruto desta iniciativa de apoiar a educação e saúde naquela região, nasce uma aldeia: a Aldeia de Ndivinduane.
    Desde o primeiro dia de aulas, de modo a garantir a assiduidade dos alunos, promover a boa nutrição e contribuir para um melhor aproveitamento, é fornecida uma refeição diária a todas as crianças da escola, da 1ª à 7ª classe. Ao longo dos tempos foi-se verificando que cerca de 100 crianças, entre os 2 e os 5 anos de idade, acompanhavam os irmãos mais velhos até à escola, e, por baixo de uma árvore, esperavam a manhã toda até chegar a hora da refeição, para poderem também almoçar.
    Perante esta realidade, estava traçado o próximo objectivo: construir um berçário e uma creche, que acolhesse e acompanhasse essas crianças e onde fosse possível terem duas refeições diárias, pequeno-almoço e almoço, para o que também se construiu uma nova cozinha e um refeitório.
    Como algumas crianças demoravam mais de 1 hora a caminhar até à escola, foi construído um albergue, onde estas pudessem viver durante a semana, sendo acompanhadas pelos educadores da creche e recebendo três refeições diárias.
    Foram ainda acrescentadas infraestruturas básicas destinadas a melhorar as condições de vida da Aldeia, como depósitos de água e instalações sanitárias.

    De uma Aldeia a uma Associação
    Decorridos 13 anos, para assegurar a continuidade desta obra, a 3 de Outubro de 2013 nasce a Associação Capulana – Associação Humanitária para a Educação e Desenvolvimento.

    • Nos primeiros anos de trabalho com a comunidade, conseguimos acabar com a subnutrição infantil.
    • Com o nosso trabalho junto dos professores e da Comunidade temos conseguido criar uma consciência da importância da Escola na vida das crianças e jovens, resultando numa taxa de quase 100% de frequência escolar. 
    • Nestes anos, garantimos dezenas de bolsas do Ensino Secundário e do Ensino Superior em Moçambique. Desde o ano 2017, garantimos uma bolsa do Ensino Superior em Portugal a um jovem Moçambicano.
    • Enviamos anualmente um contentor com material escolar, roupas e outros bens de grande necessidade para Moçambique, com o apoio de vários amigos e parceiros.
    • Implementação de projectos que permitem a sustentabilidade de uma Comunidade mais desenvolvida e inclusiva em termos socioeconómicos;
    • Fomentamos a cooperação entre Moçambique e Portugal promovendo a deslocação a Portugal de professores para trocas de conhecimento, promovendo uma Educação de Qualidade.

    E tal como uma capulana faz parte da Vida do Povo de Moçambique também a Associação pretende continuar todos os dias fazendo parte do desenvolvimento da Comunidade da Aldeia de Ndivinduane.
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