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Moçambique: Um novo ciclo político – é necessária estabilidade política que garanta a continuidade do progresso económico do país

DrJoãoNavega

Em 2014, a República da África do Sul comemora os 20 anos da eleição de Nelson Mandela como Presidente do país (1994). A sua investidura como Presidente verificou-se depois das primeiras eleições democráticas (um homem um voto) que puseram termo aos governos de minoria branca na RSA.

A eleição de Nelson Mandela encerrou o capítulo da colonização europeia de África, o fim dos regimes de minoria branca na África Austral, o fim do apartheid e o início de uma nova era de democratização, fechando um ciclo político acelerado pela Revolução portuguesa do 25 de Abril de 1974, a consequente independência das ex-colónias, em particular Angola e Moçambique, e o desencadear de processos de alteração política que tiveram continuidade no Zimbabwe, Namíbia e finalmente a RSA.

É bem conhecido o significado desta eleição e a amplitude das consequências da Presidência de Nelson Mandela no seu país e no Continente: o perdão dado aos carcereiros, a reconciliação nacional, a prática da democracia e a repulsa de tentações totalitárias por parte do ANC, a luta pelo desenvolvimento económico e o progresso da população mais desfavorecida, em particular a da comunidade negra, as relações de boa vizinhança com os seus vizinhos, designadamente Moçambique, o posicionamento do país na Comunidade Internacional fazendo com que ele fosse reconhecido pela sua tolerância e pela integração de todas comunidades raciais depois de um regime de exclusão e apartheid que durou demasiado tempo.

Em 1999 Mandela afastou-se da Presidência (cinco anos apenas). Ninguém lhe pediu que o fizesse, mas quis dar o lugar a outros, com isso oferecendo aos africanos mais uma lição de desapego do poder. Mas, depois disso, na RSA continuou a existir um homem, que já não sendo mais presidente, tinha mais poder do que quando o era; Mandela, que depois de mais de 25 anos no cárcere do apartheid, defendia um futuro para todos os africanos: negros, indianos, mestiços e brancos. Nelson Mandela deixou-nos a todos, africanos ou não africanos, mas o seu testemunho e legado continuam a troar na África Austral, detendo muitas loucuras. Até hoje!

Faça-se algum paralelismo com Moçambique...

João Navega
Presidente de Direcção

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